Programas

Pantanal Matogrossense

Genética-IZ: as três fazendas de Araputanga já têm filhas paridas dos touros Quinado e Pacará. Assista.

Tocantins

Em Bernardo Sayão (Bacia do Rio Araguaia/TO), foram utilizadas mais de três mil doses de sêmen de touros Abil, Alamo e Tango (do IZ). Veja.

ExpoGenética 2011

Pecuarista Humberto de Freitas Tavares que utiliza genética IZ. Tavares falou da importância dos touros do IZ para o desempenho de seu rebanho em Goiás.

Consumo alimentar residual

Egleu Mendes, da Embrapa Pantanal Matogrossense, discorre sobre a importância do Instituto de Zootecnia na avaliação do consumo alimentar residual e no pioneirismo da instituição na mensuração do CAR com o Sistema GrowSafe.

Sumário 2011 de touros e matrizes

O lançamento do Sumário 2011, que reúne os touros e matrizes nelore dos rebanhos selecionados do Centro de Pesquisa em Pecuária de Corte, em Sertãozinho.

28 de out. de 2009

Encerrada palestra sobre: Revitalização da uva e vinho no Estado de São Paulo













Acontece logo mais, à partir das 14 horas, uma palestra ao vivo no Blog da Secretaria de Agricultura, cujo tema será a revitalização da uva e do vinho no Estado de São Paulo.

Participam do batepapo os pesquisadores Adriana Verdi e José Luiz Hernandes, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, sobre os projetos para desenvolvimento do plantio de uva e produção de vinho no estado de São Paulo. O tema será discutido durante toda a próxima semana no blog.

A pesquisadora Adriana Verdi, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), desenvolve o projeto Pró-Vinho, que está em sua segunda fase, com duração de dois anos. Ela vai relatar o resultado de pesquisa feita junto aos produtores de uva e de vinho dos municípios de Jundiaí, Jarinu, São Roque e São Miguel Arcanjo.

O Pró-Vinho tem o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) reúne instituições da Secretaria, mais a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os sindicatos do Vinho de São Roque e de Jundiaí, a Associação Nacional dos Envasadores e a Federação das Indústrias do Estado (Fiesp). Estão envolvidos 29 pesquisadores dos Institutos da Apta e da Unicamp, bem como técnicos de casas de agricultura e prefeituras, entre outras entidades.

O pesquisador José Luiz Hernandes é do Centro Apta Frutas, localizado em Jundiaí, com especialização em viticultura e enologia em climas quentes, e tem trabalhado diretamente com produtores de uva paulista, realizando experimentos no Estado.

Participe das discussões e tire suas dúvidas online com os pesquisadores.

21 de out. de 2009

FEIJÃO CARIOCA: A revolução campo à mesa do brasileiro






Nos fins dos anos 60, o prato do brasileiro passou por uma transformação. Pesquisadores do Instituto Agronômico da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo criaram o feijão carioca – o IAC-Carioca, edificando as bases da modernidade dessa lavoura alimentar fundamental e estratégica para a população. Por isso, é relevante a reflexão sobre a mudança estrutural na produção brasileira de feijão de cores – o mais consumido nacionalmente -, mostrando como a base técnica desenvolvida inicialmente pela pesquisa pública paulista, que mais tarde recebeu a contribuições de outras instituições públicas nacionais.


A criação da variedade Carioca gerou um processo de especialização regional na década de 1970 – condição essencial para a concretização de intenso progresso técnico - e ganhou contornos nacionais nos anos 1980 em diante, com o processo de estruturação da complementaridade de safras com várias regiões em distintas unidades da federação brasileira. Isto permitiu atender à preferência do consumidor por consumir feijão novo a todo o tempo.

Os resultados da pesquisa foram decisivos para incorporar o feijão no rol das culturas com dinamismo tecnológico, propiciando a modernização produtiva com incorporação de insumos (fertilizantes e agroquímicos) e máquinas. Com isso, elevou-se a produtividade dessa lavoura não apenas no Sudoeste Paulista, como também noutras regiões brasileiras que empreenderam processos similares nos anos 1980 em diante. Essa mudança estrutural não se limitou à mera inovação produtiva, mas criou um novo produtor de feijão moderno e plenamente inserido na dinâmica econômica em transformação. Assim, esse segmento tornou-se cada vez mais o responsável pela maior parcela do abastecimento nacional.

Da ótica do consumidor, ocorreu uma profunda redução dos preços, pois paulistanos, bem como os de outros centros urbanos brasileiros, foram beneficiados com a significativa redução dos preços, uma vez que os praticados no início da década de 1970 (R$ 4,87/kg) eram, em valores constantes, três vezes maiores que os de 2005 (R$ 1,58/kg). Além disso, a redução significativa das amplitudes sazonais de preços e a colheita de feijão em vários períodos do ano e em diversas regiões geraram uma complementaridade de oferta que permitiu ao consumidor a plena satisfação de suas preferências, obtendo feijão novo bom e barato durante todo o tempo. Trata-se de relevante contribuição para a segurança alimentar dos brasileiros.

José Sidnei Gonçalves – pesquisador do Instituto de Economia Agrícola, especialista em feijão

19 de out. de 2009

15 de out. de 2009

Dia da Alimentação - transmissao ao vivo encerrada

8 de out. de 2009

O nosso tema é crédito agrícola



A lei 4.829 que criou o Sistema Nacional de Crédito Rural no Brasil é de novembro de 1965.

A revolução verde ocorrida no Brasil, o desenvolvimento da tecnologia de agricultura tropical e a transformação do Brasil num dos maiores exportadores de commodities agrícolas do mundo se deu neste ínterim, entre a criação da lei e a completa internacionalização do nosso agronegócio nos dias de hoje.

Para prosseguirmos na dianteira, o financiamento do agronegócio e o acesso do produtor aos recursos também tem que oferecer instrumentos mais modernos.

Nos últimos anos, tivemos o lançamento de algumas dessas ferramentas de financiamento disponibilizadas no mercado, mas o conhecimento e a adesão do produtor ainda é mínimo.

Aqui, em São Paulo, temos o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), que também passa por transformações. Ampliamos a faixa de abrangência dos beneficiados, baixamos os juros de 4% para 3% ao ano e lançamentos linhas de financiamento inovadoras. Mas ainda há muito que fazer.

Gostaria de discutir com todos sobre modelos, sugestões e críticas seja ao FEAP como ao sistema nacional de crédito agrícola como um todo.
Participe do nosso debate!

João Sampaio

5 de out. de 2009

Cosumo de café (Celso Vegro)



Sou  pesquisador do Instituto de Economia Agrícola da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado (IEA), vou conduzir as discussões aqui no blog, respondendo aos posts ligados ao agronegócio café. Quem tiver dúvidas, comentários, críticas ou sugestões a fazer, fique a vontade.



Abs,
Celso Vegro

1 de out. de 2009

Café


Estou bem feliz com a repercussão do nosso Blog. Acho que o primeiro tema de pesquisa é dos mais relevantes para o desenvolvimento da nossa agropecuária. Tivemos 17 comentários, mas acredito que possa render mais.
Mas lanço já uma nova discussão. O tema é CAFÉ - tecnologia, crédito, pesquisa. Nesta quarta-feira, combinamos e teremos o pesquisador, Sérgio Parreiras Pereira, do nosso Centro do Café ao vivo no blog, das 14h às 15h falando sobre a comunidade do manejo da lavoura cafeeira no Peabirus. Vamos participar enviando sugestões, críticas, perguntas aos nossos pesquisadores.
João Sampaio 

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